Blog de Primeira

Vida longa ao Tricolor – Hoje seria apenas mais um dia de rodada do Pernambucano. Mais um mesmo. São tantos jogos em tão pouco tempo. Mas hoje é 3 de fevereiro. Dia em que todo torcedor do Santa Cruz se enche ainda mais de orgulho e encontra ainda mais motivos para alimentar um fanatismo sem limites. Este é o 97º dia 3 de fevereiro histórico na vida de um clube que nasceu para ser do povão. E graças a este povão, esta massa de encarnado, branco e preto, é que o clube encontra força para buscar a sua ressurreição. Destroçado pela incompetência, entre outras coisas, de uma geração infeliz de cartolas, o Santa Cruz Futebol Clube se mantém de pé. Ou melhor, carregado nas costas de milhares de torcedores. Insanos torcedores que parecem ignorar esta realidade tão sofrida. Só uma alta dose de loucura poderia explicar uma multidão de torcedores se acotovelando para lotar um estádio com 50 mil pessoas a fim de assistir a uma partida pela última divisão do futebol nacional. A cena é inimaginável na cabeça de muitos torcedores mundo afora, que devem duvidar de algum relato parecido. O amor incondicional da sua torcida transformou o Santa Cruz em algo que não cabe em si próprio. Que vai além de uma agremiação com uma história abarrotada de conquistas. O torcedor tricolor não está feliz pelo aniversário do clube. O torcedor tricolor, mesmo os bem mais jovens, está comemorando o seu próprio aniversário. Os seus 97 anos. Vida longa ao Tricolor.

Desmantelado – As comemorações serão perfeitas se, em Caruaru, o time souber superar os desfalques do time diante de um adversário de qualidade, num gramado sofrível. Pegar o Porto com uma equipe desmantelada é só mais um desafio deste quase centenário Santa. Com os desfalques, Zé Teodoro ganha a possibilidade de observar situações. Uma nova dupla de zaga, o retorno de Natan e até algum atacante no decorrer da partida que não seja Landu e Laércio.

O trator voltou

Se apesar do pouco tempo, o torcedor do Santa já andava sem paciência com a dupla La-La no ataque, chegou alguém para realmente poder ajudar o time ofensivamente. Na sua primeira passagem, Márcio Barros ficou conhecido no Arruda como o trator, obviamente não por requintes técnicos. Mas pela disposição e força. Tem bom poder de finalização e deve formar boa dupla com Thiago Cunha.

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