Archive for category Folha de Pernambuco

FPF minimiza falha no borderô

Quem assiste aos grandes jogos do futebol pernambucano em meio aos torcedores acompanha sempre uma reação (quase) tradicional: a de estranhamento quando o público oficial é anunciado nos alto falantes dos estádios. No último domingo, no Clássico das Multidões, a Federação Pernambucana de Futebol (FPF) evitou mais um momento constrangedor ao solicitar uma reavaliação no borderô apresentado para a entidade no intervalo do primeiro para o segundo tempo. Foi constatado um erro na contabilização dos torcedores presentes: mais de 10 mil rubro-negros não haviam sido computados, e o público saltou de 35 mil para os mais de 45 mil anunciados duas horas depois do horário previsto.

“Todos têm o direito de errar. Quando recebemos os números, percebemos que havia algo errado. Na hora de recolher o número dos ingressos, o pessoal do Santa Cruz acabou esquecendo os torcedores do Sport. Mas o problema foi reparado de imediato, não há porquê fazer tempestade em um copo d’água. Foi um lapso”, ressaltou o presidente da FPF, Carlos Alberto Oliveira.

Mesmo que o erro tenha sido considerado honesto pela entidade que organiza o futebol pernambucano, já é o segundo problema com o público no Arruda em um curto espaço de tempo. Na partida contra o Petrolina, pela sexta rodada, foi anunciado o público de 23.583 torcedores. No outro dia, o clube coral fez uma correção, divulgando que estiveram presentes no estádio 25.136 pessoas.

PÚBLICO

Após nove rodadas, os números relacionados ao público do Campeonato Pernambucano 2011 seguem demonstrando o carinho dos pernambucanos pelo futebol. O Estadual lidera o ranking nacional dos melhores públicos da atual temporada, com média de 8.456 pessoas por jogo. Em segundo lugar vem São Paulo, com 4.581 torcedores por partida. Apesar da grande diferença, é preciso considerar, obviamente, o impacto do programa Todos com a Nota, que corresponde a mais da metade da presença total nos estádios pernambucanos.

“Futebol é uma questão de hábito. E o Todos com a Nota desenvolve esse hábito de frequentar o estádio nos torcedores pernambucanos”, ressaltou Carlos Alberto Oliveira. “Mas existem outros fatores importantes, como a credibilidade da competição e, principalmente, a paixão do torcedor pernambucano pelos seus clubes.”

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Torcida bebe uísque durante o treino

Torcedor que é torcedor vive o clássico até o último minuto. No caso do Santa Cruz, isso significou comemorações até um dia depois da vitória sobre o Sport, no último domingo. Isso porque, na tarde de ontem, no Arruda, a Turma da Tesoura, tradicional grupo de torcedores corais, aproveitou para estender ainda mais o sabor do triunfo sobre os rivais rubro-negros. Tudo por conta de uma suposta aposta entre os membros, que colocou na mesa, ou na arquibancada do clube, um uísque do bom para ser apreciado pelos tricolores enquanto acompanhavam ao treinamento pós-clássico.

A aposta começou, supostamente, na quinta-feira, quando o Santa Cruz perdeu por 3×1 para o Porto, em Caruaru. “Depois da derrota para o Porto, em Caruaru, Fernando ‘Tesourão’ apostou que o Santa Cruz não ganhava o clássico e ainda deu dois gols ao Sport. Ele (Fernando) é o pessimista, apostou e agora está pagando”, disse o militar Nildo Cosme, de 60 anos, começando a brincadeira. “Vamos ‘derrubar’ o litro todo hoje (ontem)”.

Com a cara mais amarrada, Fernando “Tesourão” Burgos, 58, funcionário público, disse que não foi bem assim e negou que havia duvidado do triunfo tricolor. “A história não foi assim, eu não apostei contra o Santa Cruz. Em todo caso, eu ia comemorar mesmo. Por isso estão inventando isso”, disse o Tesourão, que foi o responsável por bancar a festa dos amigos.

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Após a festa, foco é no Central

Depois de derrotar Sport, tricolores já se preparam para encarar a Patativa, amanhã

Na tarde de ontem, não havia clima mais leve na cidade do que o visto no San­ta Cruz. A vitória sobre o Sport, por 2×0, no último domingo, deixou o ambiente entre os jogadores mais tranquilo do que nunca e era comum assistir às brincadeiras entre os atletas tricolores – até mesmo os torcedores fizeram sua festa nas arquibancadas. Mas, no futebol, os triunfos têm prazo de validade. Por isso, já era hora de pensar no próximo adversário do Estadual, o Central, segundo colocado da competição com 20 pontos, um a menos que o Mais Querido. O encontro entre os líderes acontece amanhã, às 21h30, novamente no Arruda.

O técnico Zé Teodoro, de olho nas mudanças que terá que fazer para o duelo diante da Patativa, comandou um rachão entre os reservas e um time dos juniores. Com a suspensão de Jeovânio, que tomou o terceiro cartão amarelo diante do Sport, o treinador já precisa estudar as opções que terá em mãos para suprir a ausência do volante. As principais opções giram em torno dos também volantes Elton e Marcos Vinícius, com o prata da casa Jhonata correndo por fora. Os dois primeiros se machucaram ainda na pré-temporada da equipe, em Chã Grande, e demoraram a ficar à disposição para entrar em campo.

Pelo que já havia sinalizado em outros treinamentos, utilizando-o entre os prováveis titulares antes da derrota diante do Porto, por exemplo, Zé Teodoro deve optar pela presença de Marcos Vinícius amanhã. “Até agora ele (Zé Teodoro) não disse nada. Mas tem que estar preparado para suprir a ausência de Jeovênio na posição. O Central é um concorrente direto, é um jogo de seis pontos muito difícil”, disse Marcos Vinícius, comparando seu estilo de jogo com o de Jeovânio. “Jeovânio tem mais marcação, mas eu consigo sair mais para o jogo”.

Quem assustou ao aparecer nas atividades com o punho esquerdo imobilizado foi o atacante Thiago Cunha. Por conta de um carrinho dado na lateral do campo na partida contra o Sport, o centroavante sofreu uma pequena fratura na mão esquerda, mas não deve ser desfalque para a partida de amanhã. O zagueiro Thiago Matias também não treinou, por conta de uma pancada no joelho direito, mas assim como Cu­nha, sua situação não assusta.

O goleiro Tiago Cardoso, seguindo a sina dos “Tiagos”, também estava de fora, por sentir uma lesão na coxa direita. A situação do arqueiro é a mais preocupante, mas a gravidade da lesão ainda vai ser avaliada por exames hoje. “Tiago Cardoso sentiu uma lesão na mesma coxa que havia sentido antes. Ainda vai fazer exames de imagem para saber qual é a lesão, se é a mesma de antes”, decretou o médico do clube Wylton Bezerra.

CONTRATAÇÕES

Embora a cúpula tricolor negue, é comentado nos bastidores de que o atacante Ro­drigo Gral, ex-Sport e Bahia, e o lateral/meia Júnior, com passagem recente pe­lo Atlético/MG, estariam próximos de um acerto com o Santa Cruz. Os dirigentes argumentam que os valores dos salários dos dois não são compatíveis com a proposta atual do clube.

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Folha Esportiva

ARSENAL - Através de um monitoramento feito pelo Ministério Público de Pernambuco, a Polícia Militar apreendeu, na sede da Torcida Organizada Inferno Coral, armas, munições e muita droga. A ação que foi desenvolvida com sucesso será repetida em outros jogos. Quando recebi a nota enviada pela assessoria do MPPE, pensei que se tratasse do estouro de uma boca-de-fumo, ou de algum esconderijo de bandidos. Transformar o futebol, a maior diversão do povo brasileiro, num meio de extravasar instintos bestiais é um crime que tem de ser combatido com a força. Torço para que o esforço conjunto do Juizado do Torcedor e do setor de inteligência da Polícia Militar vença esta disputa contra a violência e o vandalismo.

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Brigas, apreensões e prisões. O lado ruim do clássico

O encontro entre tricolores e rubro-negros sempre é sinônimo de tumulto e muita confusão. E no Clássico das Multidões, de ontem, não foi diferente. Na chegada dos torcedores da Torcida Jovem do Sport, um cenário de terror foi visto nos arredores do Arruda. Muitas pedras foram arremessadas entre as duas torcidas, e o estrago foi refletido em alguns carros que ficaram depredados. O lado positivo foi a apreensão de munições, armamento e drogas na sede da Torcida Organizada Inferno Coral, na rua Bolívar, também no Arruda.

As buscas puderam ser feitas através de denúncias anônimas e todas as informações foram levantadas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizadas Criminosas (Greco), o Ministério Público de Pernambuco (MPPE), em conjunto com o Serviço de Inteligência da Polícia Militar. Na operação, feita às 13h30 de ontem, 31 munições de revólver calibre 38, dois facões, papelotes de cocaína, maconha pronta para o consumo e louco. Além disso, três homens acabaram detidos no local em flagrante. Eles foram encaminhados à Delegacia de Polícia instalada dentro do estádio do Arruda. O Cotel deve ser o destino final dos tricolores.

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Discreta, arbitragem foi aprovada pelos dois times

Desta vez, os torcedores não tiveram de sofrer com o som do apito neste Campeonato Pernambucano. E olhe que só foram precisos três homens para que a arbitragem de Émerson Sobral passasse despercebida no Clássico das Multidões. No duelo entre tricolores e rubro-negros não se viu a presença dos dois auxiliares atrás das metas das equipes. Se esta novidade foi descartada pela Federação Pernambucana de Futebol (FPF), uma outra saiu com o saldo positivo após o jogo. A utilização do ponto eletrônico, que foi antecipada pela reportagem da Folha de Pernambuco, na última quarta-feira, finalmente entrou em campo e não fez feio.

Antes do jogo, o árbitro Émerson Sobral fez questão de ressaltar os lados positivos da novidade. “Sem dúvida a arbitragem é quem sai ganhando com a utilização dos pontos eletrônicos. Ainda estamos nos acostumando. Mas já dá para perceber que vamos ter uma grande evolução no quesito comunicação”, afirmou. Outro fator que ajudou na atuação da arbitragem foi o jogo implementado pelas duas equipes. Não se viu muitas jogadas ríspidas.

E quando, em alguns lances, a situação começava a faiscar entre os jogadores, o juiz conseguiu tirar nota máxima no quesito disciplina. Mesmo assim, poucos cartões amarelos foram vistos e ninguém foi expulso. Sobre os auxiliares atrás das metas, mesmo se estivessem em campo, nenhum lance no jogo exigiria a participação deles. Até porque, a única função dos assistentes é sobre a bola ultrapassar ou não a linha do gol.

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Elenco tricolor na maior felicidade

Liderança, quebra de tabu e alívio. A vitória no clássico de ontem, por 2×0, sobre o Sport, fez bem demais aos jogadores e comissão técnica do Santa Cruz. Cada um que chegava para a sala de entrevistas após o apito final demonstrava um semblante de tranquilidade. Também pudera. Com o resultado, o Tricolor chegou aos 21 pontos e retomou a ponta da classificação do Campeonato Pernambucano. Um domingo perfeito para os corais, que mal vão ter tempo de comemorar, já que voltam a entrar em campo na próxima quarta-feira, novamente no Arruda. Desta vez, o adversário será o Central, segundo colocado, com 20 pontos.

Autor do primeiro gol, o atacante Thiago Cunha parece viver uma lua de mel com a torcida do clube. Artilheiro do Estadual com seis gols, o jogador fez questão de agradecer o apoio vindo das arquibancadas na tarde de ontem. “A torcida do Santa Cruz apoia o time do início ao fim. A gente dedica essa vitória aos torcedores. O presente é de­les”, falou o centroavante, acompanhado de um boneco vestido de tricolor que ganhou do bolo de 97 anos do clube.

Outro que também não conseguia esconder o sorriso era o meia-atacante Renatinho. Acionado no segundo tempo, o jogador foi um dos responsáveis pela subida de produção da equipe e ainda foi do gol que fechou o placar. “Não fui herói, todos foram. Somos um grupo, uma família”, falou. “Ainda sou muito novo, espero um dia ser titular. Fui feliz no gol, mas é pouco. Espero fazer mais”.

Responsável pelas mudanças vitais para o triunfo coral, o técnico Zé Teodoro foi crítico com o primeiro tempo da equipe. “Erramos muitos passes, rifamos muito a bola. Os nossos meias não conseguiam jogar”, explicou o treinador. “Pedi para Renatinho não ser apenas veloz, mas também saber ditar o ritmo, cadenciar o jogo”.

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Alma lavada

No Arruda, o Santa Cruz vence o Sport por 2×0 e quebra um tabu de quase quatro anos

Ontem, no Arruda, foi um dia para os tricolores lavarem a alma. Não por conta de um futebol inspirador ou com atuações acima da média, mas sim pela vitória. Uma vitória que quebra um tabu de quase quatro anos sem triunfos sobre o grande rival dentro de casa e também espanta a desconfiança que aumentava sobre a capacidade da equipe coral, depois de duas derrotas consecutivas. O placar de 2×0, todo construído no segundo tempo com gols de Thiago Cunha e Renatinho, levou o Mais Querido de volta à liderança do Campeonato Pernambucano, com 21 pontos. Um presente atrasado pelos 97 anos do clube. Já o Leão permanece com 14 pontos e agora terá que se mexer para sair da sétima posição que se encontra sem o técnico Geninho, que pediu demissão logo após o duelo.

Com o alto teor de rivalidade inserido no clássico, foi difícil a partida engrenar depois do apito inicial. Era muita cautela e pouca atitude – o medo de sofrer um revés logo nos primeiros minutos era maior do que a vontade de abrir o placar. Somente aos 15 minutos saiu o primeiro lance de perigo, quando Thiaguinho enfiou boa bola para Alessandro, que acabou travando com o goleiro Tiago Cardoso. Logo depois, Renato Ribeiro cobrou falta na trave, e no rebote Alessandro voltou a desperdiçar boa chance.

Na mesma moeda, o Tricolor respondeu aos 28 minutos, quando Weslley cobrou falta de longe e Gustavo deu rebote para Thiago Cunha, que pegou mal. O grande lance do primeiro tempo acontece perto do final, quando Memo errou passe na entrada da área e Ciro tocou para Alessandro. O atacante driblou Tiago Cardoso, mas esticou demais a bola. Na sequência, fez o passe para trás mas Hamilton acabou chutando para fora.

O melhor estava guardado mesmo para o segundo tempo. Com a entrada de Renatinho na vaga de Mário Lúcio, o Santa voltou com outra atitude e abriu o placar aos oito minutos. Weslley mandou boa bola para Thiago Cunha, que ganhou de Tobi e tirou de Gustavo para fazer 1×0. Atordoado, o Leão não conseguia reagir e levou o golpe fatal aos 35, quando Gilberto roubou a bola de Igor e cruzou para Renatinho, que dominou de costas e virou para fechar o placar: 2×0. Após o apito final, os jogadores sopraram as velinhas de 97 anos do clube, com um bolo levado pela diretoria até o centro do gramado.

De 0 a 10:

Santa Cruz

Tiago Cardoso – Mesmo sem estar 100%, foi à campo e se saiu muito bem. Fez três intervenções difíceis e esteve sempre seguro: 7,5

Jackson – Não começou tão bem, mas conseguiu subir de rendimento no segundo tempo: 5

Leandro Souza – Foi bem no aspecto geral, mas parecia inseguro em algumas bolas: 5,5

Thiago Matias – O xerife tricolor esteve bem demais, sempre seguro. Acabou tomando amarelo por reclamação: 6,5

Alexandre Silva – Sentiu o jogo no início, errou muitos passes, mas conseguiu se recuperar na etapa final: 5

Jeovânio – Bem no desarme, péssimo no passe. Assim como o restante do time, subiu de produção no segundo tempo: 6

Memo – Não esteve como em outras partidas, mas não comprometeu: 5,5

Weslley – Quando o bicho pega, o meia está sempre lá. Deu o passe do primeiro gol e ditou o ritmo em boa parte do jogo: 7

Mário Lúcio – Parece piorar a cada partida. Não cria, nem marca: 3,5

Renatinho – Acionado no segundo tempo, deu outra cara ao Santa Cruz e ainda deixou o dele: 7

Thiago Cunha – Impressionante a capacidade de crescer em clássicos. Se movimenta muito, sempre disposto e raçudo. Fez o primeiro gol tricolor: 7,5

Éverton Sena – Entrou apenas para segurar o Sport. Atuou pouco tempo, por isso fica sem nota.

Laécio – É aquele jogador que marca muito, é guerreiro. Mas não está ali para isso, e sim fazer gols. Foi mal na função que deveria fazer: 4

Gilberto – Melhorou muito em relação à última partida. Roubou a bola e deu o passe para o segundo gol: 5,5

Zé Teodoro (técnico)- Um dos principais responsáveis pela vitória. Percebeu que o time não estava bem no primeiro tempo e já voltou para a segunda etapa com mudanças: 8

Sport

Gustavo – Não foi muito exigido no jogo. Mas quando se precisou dele, o santa fez dois gols: 5

Igor – Justificou o apelido, “Perigor”. Ele foi o responsável pelo lance que originou o segundo gol: 3

Astorga – Xerifão da zaga. Muito bem no primeiro tempo. Mas caiu de produção na segunda etapa: 7

Tobi – Já teve melhores apresentações com a camisa rubro-negra. É melhor zagueiro que volante: 5

Thiaguinho – É o dono da lateral direita do Sport. Só precisa melhorar o passe: 7

Hamilton – Na proteção de zaga, não tem igual em Pernambuco. Foi o melhor do time: 8

Renato Ribeiro – Fez o que foi pedido por Geninho. Mesmo assim, ainda se caracteriza como um bom reserva: 6

Fabrício – Entrou no segundo tempo, quando a equipe estava mal. Passou despercebido, quando era para desequilibrar: 5

Carlinhos Bala – Não esteve bem, nem quando a equipe dominava o Santa Cruz. Realmente, a meia não é o lugar adequado: 4

Saci – Se adaptou muito bem ao esquema 3-5-2. Muito mais ala que lateral: 6

Ruan – Entrou no segundo tempo e pegou uma equipe desajustada. Precisa de mais cancha: 5

Ciro – Enquanto estiver afobado para fazer o gol, vai jogar mal. Com a tranquilidade, o espanta a maré baixa: 5

Alessandro – Desta vez, a bola chegou… E ele desperdiçou. Contribuiu para a má fase do ataque: 4

Bruno Mineiro – Não pode ser exigido por esta partida. Com melhor condicionamento, tem tudo para se destacar na frente: 5

Geninho (técnico) – A marca do treinador é a falta de ambição. Até colocou o time todo para a frente, no final da partida, mas desta vez não tinha o goleiro Saulo para salvar a sua cabeça: 4

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