Com informações da Rádio Jornal
Embora tenha avisado no dia anterior que testaria o time no esquema 4-4-2, o técnico do Santa Cruz, Márcio Bittencourt, repetiu o 3-5-2 da véspera. A novidade foi a presença do volante Neto Maranhão como titular no lugar de Leandro Gobatto. O restante da equipe foi a mesma.
Durante o trabalho, Sandro assumiu o posto de Gonçalves, o que mudou o posicionamento de Alex Xavier. Antes na sobra, ele passou a marcar pelo lado direito. “Sempre joguei na sobra ou pelo lado direito. Para mim não tem diferença e o mais importante é nossa equipe não tomar gol”, disse o defensor.
E por falar em marcação, o jogador destacou os pontos fortes do Central, adversário coral deste domingo (2). Ele alerta para as jogadas pelas laterais e a qualidade de passe dos volantes. “No jogo do Arruda atuamos bem mas com as mudanças no segundo tempo tomamos os gols. Eles têm uma jogada forte pelas laterais e um bom trabalho com os volantes”, ressaltou.
Já o técnico Márcio Bittencourt ressaltou as jogadas de bola parada do adversário como ponto forte. “Eles têm uma bola parada forte, mas estamos preocupados com o geral para não tomarmos gol”, disse. No entanto, o treinador vê como principal arrumar a própria casa e faz até uma comparação com sua situação ao chegar no Arruda pela primeira vez.
“Naquele tempo tínhamos pouca gente para a zaga. Agora posso fechar os olhos e jogar as camisas para cima que quem pegar está bem escolhido. A dificuldade é na frente, pois temos um bom jogador (Juninho) mas falta alguém do lado dele”, disse.
Aliás, Bittencourt é só elogios ao ex-jogador de Sport e Sete de Setembro. Ele só lamenta o fato de não haver outro atleta do mesmo quilate para diminuir o sacrifício do atleta. “Se ele tivesse mais liberdade, poderia flutuar mais entre os volantes. Mas como falta alguém para dialogar, tem que se sacrificar um pouco voltando para a marcação”, avaliou.



1986 – Os dois rivais decidiram o 3º turno do Campeonato Pernambucano. E o Tricolor levou a melhor, ao vencer no pênaltis por 5 x 4, após um empate por 1 x 1, em um Lacerdão repleto.
1995 – Os corais armaram uma equipe forte, sob o comando de Fito Neves, com destaque para o volante Zé do Carmo. O time do Arruda foi campeão pernambucano com certa facilidade e entrou na Série B como franco favorito para conquistar uma das duas vagas à elite nacional.













